Boavista FC - Temos Tradição no Voleibol Português.

34 Anos a formar atletas sob o lema "Aprender, Praticar e Vencer.

Boavista FC tem novos equipamentos para Época 2016-2017

Todo o voleibol axadrezado será equipado pela conceituada marca Cofides (POR).

Prof. José Machado assume novo desafio

Prestigiado técnico português é o novo coordenador técnico do voleibol axadrezado

Panteras têm novo treinador principal

Prof. Carlos Simão é o novo "timoneiro" das seniores axadrezadas

Destaque semanal

Iniciadas vencem primeiro jogo oficial da época 2016-2017

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A época 2014-2015 vai começar...



As férias estão a acabar e a nova época vai começar. Os treinos das nossas Panteras arrancam já na segunda-feira dia 1 de Setembro.


Horário de Treinos = Escalões de Formação

MINIS 6-12 Anos
5ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Fontes Pereira Melo
Sábado : 10H30-12H30 = Pav. Fontes Pereira Melo

INFANTIS 13 Anos
2ª Feira : 19H00-21H00 = Pav. Pêro Vaz Caminha
5ª e 6ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Pêro Vaz Caminha

INICIADAS 14 Anos
2ª e 4ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Clara Resende
5ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Pêro Vaz Caminha

CADETES 15 Anos
3ª e 5ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Carolina Michaelis
6ª Feira : 19H00-20H30 = Pav. Clara Resende

JUVENIS 16 Anos
3ª Feira : 19H00-21H00 = Pav. Pêro Vaz Caminha
4ª e 6ª Feira : 20H30-22H00 = Pav. Clara Resende

JUNIORES 17-18 Anos
3ª e 5ª Feira : 20H00-22H00 = Pav. Clara Resende
6ª Feira : 20H30-22H00 = Pav. Pêro Vaz Caminha

Nota: O esquema inicial dos treinos ainda poderá sofrer algum reajustamento.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Daniela Silva medalhada com "Prata" no I Torneio WEVZA


A dupla portuguesa Vanessa Paquete / Daniela Silva arrecadou o segundo lugar do I Torneio de Sub-21 em Voleibol de Praia, organizado pela Federação Portuguesa de Voleibol sob a égide da WEVZA, que terminou ontem na Praia da Ribeira, na Albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros.

Os prémios foram entregues aos vencedores por Carlos Cardoso, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros (CMMC), Helena Magalhães, Vereadora do Desporto da CMMC, e Henrique Gomes, Responsável pelo Departamento de Voleibol de Praia da FPV.

A dupla vencedora Aida Etxebarria / Nerea Izagirre (Espanha) terminaram invictas um torneio que se pautou pela competitividade e qualidade tanto a nível desportivo como organizativo e, para alcançarem a medalha de ouro, venceram, na final, a dupla portuguesa Vanessa Paquete / Daniel Silva por 2-1: 15-21, 22-20 e 15-7.
"Estamos muito contentes com o primeiro lugar no torneio e satisfeitas com a nossa performance e com o facto de termos sido as primeiras campeãs nesta prova da WEVZA.
A dupla portuguesa é muito boa, difícil de enfrentar e complicou muito o nosso jogo na final, mas não desistimos e fomos recompensadas.
O nível da competição é bom e as duplas muito equilibradas. Gostámos muito de ter disputado este I Torneio da WEZA, ainda para mais num local com estas condições naturais".

Pedro Carvalho, treinador da dupla Paquete / Silva, salientou:
"Apesar da derrota, temos de estar satisfeitos com a nossa prestação. A Vanessa e a Dani fizeram um bom jogo. Tivemos oportunidade de fechar o segundo set a nosso favor, mas cometemos erros e falhámos o nosso objectivo. Estamos tristes pela derrota, mas o saldo é positivo. Fomos a única equipa que esteve prestes a vencer esta dupla espanhola, mas elas acabaram por ser mais fortes e temos de lhes dar os parabéns pela exibição.
As atletas ganham muita experiência neste tipo de torneios. Para além disso, foi muito bom a prova ter sido realizada aqui, na Albufeira do Azibo, que está ainda a criar tradição no Voleibol, mas que apresenta já um público muito interessado na modalidade. O espaço é magnífico e toda a gente nos apoiou e incentivou".


Fonte: www.fpvoleibol.pt



terça-feira, 5 de agosto de 2014

Entrevista com Helena Monteiro - A Cadete que aposta tudo no voleibol


Helena Monteiro, é uma jovem de dezasseis, que, com idade para jogar no escalão de Cadetes… integra por direito próprio, o escalão máximo de seniores do Boavista Futebol Clube. Regressada da Suíça de representar a selecção nacional numa competição ali ocorrida, aproveitamos a sua deslocação Estádio do Bessa para a conhecermos um pouco mais.
No decorrer da conversa mostrou-se directa, decidida e auto-confiante no seu futuro.

Vamos começar por nos localizarmos um pouco no tempo. Como se processou a passagem para equipa sénior de uma jovem que nem Juvenil – ainda - é?
Foi o treinador que me chamou, para realizar uns treinos com as seniores e o professor acabou por gostar de mim.

Mas o técnico principal teve que ter indicações sobre ti para te fazer essas chamadas…
Obviamente. O professor interessa-se saber a evolução das equipas de formação e os técnicos dos escalões informam-no naturalmente sobre as atletas. No início a ideia era eu fazer (só) alguns treinos com as seniores, mas – repito- o professor gostou de mim e do meu trabalho e acabei por ficar toda a época.

Terminada a época, como analisas essa mudança?
Esta época, não tive muita utilização na equipa, o que acho normalíssimo, porque sou a mais nova e não tive muita oportunidade para jogar, mas pensei que contribui bastante nos trabalhos da equipa, tendo a vantagem de ser uma atleta alta.

Pessoalmente o que consideras?
Considero que evoluí, imenso e por isso que foi muito positiva esta a subida e passagem para a equipa sénior. Chego a dizer muitas vezes que este foi o meu primeiro ano de voleibol, porque aprendi muito, mas mesmo muito.

Não sentiste o choque que existe sempre na passagem dos escalões de formação para a equipa sénior?
Claro que senti é tudo completamente diferente. Na formação vamos aprendendo, vamos demonstrando o nosso valor, mas jogar verdadeiramente só no escalão máximo.

Para mais com um treinador que tem fama de muito exigente?
O professor é muito bom e sendo exigente, melhor é! Gosto de treinadores assim. Quero ir longe e aprender depressa a exigência do técnico é fundamental e necessária. Eu gosto muito!

Vamos entrar num aspecto crítico. Eu sei que foste assediada para sair do Boavista para outros clubes e sei que um desses não desistiu ainda. Confirmas?
(rindo-se, respondeu) sim, sim confirmo e foi mesmo mais que um clube.

Mas vais continuar no Bessa?
Sim, vou continuar.

E porque razão vais continuar quando eu sei que há pelo menos um clube disposto a abrir os cordões à bolsa?
Principalmente, porque sou Boavisteira, tenho muito amor ao Clube e nos próximos tempos não me imagino com outra camisola no corpo.

No futuro?
Nos próximos anos, não vejo. No futuro, se no Boavista eu poder atingir o nível que quero atingir como jogadora, que é grande, continuarei. Caso que o clube esteja limitado e aparecer uma proposta muito tentadora, terei que pensar nisso. Mas terá que ser super-tentadora.

Tens conhecimento que o Boavista vai participar numa eliminatória que pode levar o clube a jogar a próxima época no primeiro escalão nacional. O que te apraz dizer sobre esta questão?
Actualmente, somos poucas as atletas da equipa, porque saíram muitas outras, mas as que aqui ficaram estão agradadas com esse facto, estamos unidas e apostadas em tudo fazer para subir e jogar na primeira divisão e colocar o Boavista no lugar a que pertence.

Como jogadora, vão aumentar as dificuldades?
Eu estou apostada em fazer mais jogos na próxima época pela equipa, trabalho e trabalharei para isso, sendo na primeira divisão melhor será, porque tem outro nível e visibilidade. Nenhum problema!

Sendo uma atleta a formação  “deslocada” tens acompanhado a aposta de reestruturação no sector?
Sim tenho tido conhecimento e noto perfeitamente isso. A minha prima está nos escalões mais novos e acho que estão a apostar bem e a trabalhar bem. Considero esse trabalho muito importante, que será muito visível e valorizado se passarmos a jogar na primeira divisão.

Recuemos, um pouco… há quantos anos jogas no Boavista?
Há sensivelmente quatro anos.

Vieste de outro clube?
Não sempre joguei e formei-me no Boavista.

Como se dá a descoberta do voleibol?
Eu não jogava Volei, eu era Bailarina, (riu-se) dançava Ballet. Eu considerava que era gordinha… um dia uma prima minha que joga no Boavista e já cá estava, em pleno gira-volei, desafiou-me a eu vir para o Voleibol. Deu-me um “flash”  e inscrevi-me e entrei no volei e passei a ser atleta do meu Clube do coração…. Tudo rápido e espontâneo (continuou a rir-se).

Como é que uma bailarina dá uma atleta que promete ser de topo?
(continuando a rir-se)… quando deixei o Ballet e como era gordinha vim para o Voleibol, por desporto, apenas e só, numa de desportista, para queimar calorias. A evolução foi graças a eu gostar muito disto e de me dedicar muito a tudo o que gosto. Eu quero ser mesmo grande jogadora! Trabalho e dedico-me para isso.

Chegaste no domingo da Suíça dos serviços da selecção nacional de Cadetes. Foi a tua estreia?
Não. eu estou na selecção desde Dezembro. já tinha feito uma competição lá fora na categoria de Juniores, mas agora passei para a “minha” equipa de Cadetes, onde continuarei para o ano, porque a nível de selecções as cosias são um pouco diferentes.

Já falaste com o teu treinador, sobre esta internacionalização?
Acabei de falar agora mesmo. Ele perguntou-me como correu e sobre outros pormenores. O professor Machado, é assim. Preocupa-se muito connosco e acompanha tudo.

O professor Machado é muito exigente. Com é que uma jovem com dezasseis anos se adapta a esses métodos?
Muito bem! Eu gosto de pessoas assim, que sejam exigentes, adoro ter treinadores exigentes, adaptei-me na perfeição.

Tens mesmo espírito de atleta com ambições….
A resposta foi uma grande risada.

Estás no teu ambiente?
Sim, estou mesmo no meu ambiente e com as pessoas certos no clube que quero!

Posso confirmar a tua continuidade?
Pode. À vontade!


Entrevista realizada e gentilmente cedida por Manuel Pina